31
jul
2013

Eu interior

Eu interior

Minha intenção é usar o termo no sentido comum, e quem sabe provocar uma reflexão aí dentro… Nós não conseguimos ser sós no Universo. Dependemos sempre de um coletivo. Porém, muitos ainda se encontram presos à satisfação egoísta diante das situações da vida. Na maioria das vezes recebemos ordens dos nossos impulsos e desejos e direcionamos nossas ações para satisfazermos somente a nós próprios, esquecendo, muitas vezes, das pessoas de nosso convívio.

Desenvolver o “eu interior” é deixar de lado a tolice de viver somente para si, direcionar os nossos desejos e impulsos de forma saudável, ficarmos atentos para materializar somente aquilo que desejamos para o nosso bem. Se desejarmos somente o prazer e a satisfação do “eu interior”, de nada servirá para a evolução de nossa alma como ser humano.

Nossos desejos, muitas vezes, são verdadeiras ilusões. Portanto, aceite as oportunidades que a vida te oferecer, pois mesmo que pequenas, serão imensas em sua plenitude. Problemas sempre podem ser enfrentados, e muitas vezes são mínimos se comparado a tudo que nos cerca. Quando atingir um objetivo, faça o que der na cabeça, mas saiba que aquilo é a comemoração de uma fase, de uma conquista, e que amanhã novos desafios virão.

E para finalizar, é imprescindível criar vitórias sobre os nossos maus hábitos, vencer o nosso ego, o nosso egoísmo de uma vez por todas, isto sim é a verdadeira vitória!!!

Pensem a respeito…

 

Ana Carlina Massaro
Coordenadora de Marília/SP

 



30
jul
2013

A teia

A teia

Gosto muito das analogias utilizando a natureza e a biologia. Com um pensamento transdisciplinar conseguimos expandir nossas ideias e assim compreendemos muitas coisas ao nosso redor, com um novo olhar.

Quando entrei para Turma do Bem achei incrível nossa rede de voluntários. Esse continua sendo um dos meus grandes encantamentos e ai logo veio a comparação biológica: As teias de aranha e as constantes redes que tecemos no nosso dia a dia como voluntários.

Vale ressaltar que as teias das aranhas não são simplesmente utilizadas para captação de alimentos. São compostas de minúsculos fios de seda e possuem altíssima resistência e elasticidade. Pesquisas já constataram que esses fios, em seu próprio diâmetro, são cinco vezes mais fortes que os de aço. Ainda, eles podem ser esticados até quatro vezes o seu comprimento sem se partir.

Penso muito nisso pois acredito na força de nossa rede como teias flexíveis, fortes que sustentam e protegem essa bela organização.

Crescemos pois estamos alinhados e temos ideais claros que convergem para um nobre objetivo: incluir mais jovens na cadeira de um dentista. Tecemos sorrisos, transformamos vidas e dignificamos nossa profissão.

Seja um Dentista do bem! Venha fazer parte dessa rede! Vamos tecer juntos!

Eric Jacomino Franco
Coordenador de Brasília/DF



29
jul
2013

E as Apolônias existem…

por Walter da Silva Jr.
(coordenador voluntário de Bauru/SP)

 
O projeto Apolônias do Bem, da TdB, tocou num problema chocante de nossa sociedade. Esse lindo trabalho, devolve a autoestima e reintegra a vítima no convívio social.

A mim, parecia ser um problema distante, fora de minha realidade. Até duvidei das altas estatísticas. Pensei: será que são mesmo tantas mulheres agredidas?

E, dentro de minha clínica encontramos mais uma dessas vítimas. Uma de nossas auxiliares passou por essa terrível experiência. Teve que sair do emprego e está se preparando para mudar de cidade. E sabem qual a região mais afetada? O rosto, os dentes, a ATM. Foram socos e pauladas até que ela perdeu o sentido. Notei que, apesar da violência sofrida, a vítima ainda relativiza algumas atitudes do agressor. Ela me disse que no dia seguinte da agressão, quando acordou (ficou inconsciente por 12 horas), ele disse “chorando” o que ela achava da radiografia que fora tirada no pronto-socorro na noite da surra…

O que faz um “ser humano” agir dessa forma? Que sentimento é esse de posse que o leva a cometer esses absurdos?

E a impunidade? Boletim de ocorrência, exame de corpo delito, etc e o agressor continua solto…E o medo? A quem recorrer?



26
jul
2013

O que nós queremos? Quem nos representa?

O que nós queremos? Quem nos representa?

Nosso país passa por mudanças. A população se cansou de ver o desrespeito com que nossos representantes tratam do nosso país!!! Todos os dias vemos nos jornais escândalos e mais escândalos envolvendo alguns políticos e seus comparsas. Estes estão cada dia mais ricos, e a impunidade corre solta no Brasil. Não vemos políticos e pessoas importantes condenadas por seus crimes e sendo presas por isso.

Os políticos são eleitos pelo povo, e nas suas campanhas milionárias, fazem belos discursos, onde prometem legislar para o povo. Mas quando eleitos, se esquecem das promessas e pensam apenas nos próprios interesses. Nós também somos culpados de tudo o que está acontecendo! Muitos nem sabem em quem votaram nas últimas eleições. Não cobramos dos políticos que elegemos as promessas feitas em campanha e muito menos fiscalizamos seus atos. Quem já foi na Câmara de Vereadores saber como andam os projetos importantes para sua cidade??

Nosso País Carece de Tudo!

Precisamos de tanta coisa, que durantes as manifestações víamos milhares de cartazes com as mais diversas reivindicações. Saúde; educação; fim da corrupção; políticos corruptos presos; fim da cura gay; saneamento básico; passe livre; serviços públicos de qualidade; fim da roubalheira com o dinheiro público; fim da fome; fim do voto secreto; fim da miséria; ……………………………………………………….. E a lista de reivindicações não tem mais fim!!!

Graças às manifestações e ao barulho feito pelo povo nossos governantes começaram a acordar!!! As reivindicações das ruas entraram na pauta das discussões dos políticos.

Diante da ineficiência do estado e de governantes pouco preocupados com os interesses do nosso país vários grupos não governamentais se mobilizam e resolvem não mais ficar parados, arregaçam as mangas e trabalham duro por um futuro melhor!!! Estes grupos representam os interesses do povo e lutam por um futuro melhor!!!

E você faz o que por sua cidade??? Quem te representa???

Leonardo Assis Costa
Coordenador de Salvador/BA 



25
jul
2013

O Respeito e o Amor

O Respeito e o Amor

Apesar de não entender nada e não gostar de violência, assisti na madrugada uma luta de UFC.

Confesso que com toda a minha ignorância no assunto, vi um espetáculo de falta de respeito com o momento (a luta, os pagantes, torcedores e os insones, como eu). Desmerecer trabalho sério, não é uma coisa bonita de assistir.

Onde quero chegar??

Não é na luta, aliás acho que foi a primeira que vi!!! Mas o trabalho sério. Aquele que todos nos fazemos com amor, seriedade e responsabilidade.

Quando assumimos trabalho voluntariamente, transformando a vida, sorriso e autoestima de jovens, devemos ter em mente a responsabilidade do ato que estamos realizando. Isso vai se desenrolar para objetivo – ganhar a luta – vencer a incredibilidade de alguns, que acham que não é possível.

Como o lutador, oponente que duvidava até da sua vitória, mas teve determinação em ganhar quando viu que a oportunidade era aquela e foi, viu e venceu.

Fazendo um paralelo com a TdB, a determinação dos Voluntários é capaz de fazer vencer as barreiras sociais e dar algo novo para nossos jovens, dignidade!!!

Vence sempre a determinação e o amor às nossas convicções.

 

Maria Cristina Souza
Coordenadora de Ubatuba/SP 

 

 

 



24
jul
2013

Antigo ou atual!

Antigo ou atual!

Pensando sobre os protestos que estão acontecendo no Brasil atualmente, me lembrei de quando ingressei na Universidade.
Pode parecer jurássico, talvez seja mesmo, pois faz muito tempo, foi em 1975.

Jurássico ou não, é tudo muito parecido, fiquei até com saudades.

Pois vou explicar: Em 75 quando ingressei na Universidade Federal de Uberlândia- MG, a Universidade como o nome diz era Federal.
Mas para surpresa de todos o curso de Odontologia era pago. Ninguém sabia como e nem porque, mas tínhamos que pagar e não era barato.

Como assim? Universidade Federal e pagamos?

Estudamos muito para ingressar lá, pois naquela época também não era fácil passar no vestibular em Universidade Federal. Todas as turmas anteriores reclamavam, mas pagavam. Minha turma, talvez por ser mais pobre ou mais politizada, não sei bem o motivo, resolveu se unir e protestar… e também não pagar, afinal estudávamos em uma Universidade Federal.

Fizemos greve, reuniões, protestos, xingamos os políticos, exatamente igual está acontecendo hoje no Brasil, com apenas um diferencial pacífico, sem tumultos e com muita firmeza de propósitos.

Acredito que a maioria dos participantes de hoje também são assim, mas como são protestos de maiores dimensões sempre vai aparecer uns sem noção. Estou torcendo para que todos tenham noção e muita firmeza de próposito e continuem se unindo e protestando, pois somente assim o Brasil pode melhorar.

Governantes corruptos sempre existiram, e infelizmente acho que sempre vão existir, pois no meu caso jurássico, ninguém sabia onde iria parar nosso dinheiro em uma Universidade Federal. Mas éramos tão convictos que algo tinha que mudar, que aguentamos firmes todas as pressões, até ameaças de prisão.

Mas como sempre que a juventude tem propósitos corretos e honestos as coisas mudam. Sabe o que aconteceu? A Odontologia se tornou realmente Federal dentro da Universidade Federal de Uberlândia.

Faz muito tempo isto, mas ainda me vejo dentro dos protestos atuais. Temos que fazer nossa parte sempre!

 

Selma Rocha Santos
Coordenadora de Curitiba /PR



23
jul
2013

Infância feliz

Infância feliz

Na vila em que morava o céu era de um azul estonteante… parece que não me lembro das nuvens. O sol forte fazia brotar “bolhinhas no asfalto” e no caminho para a escola íamos brincando de estourá-las.

No quintal da minha casa tinha um abacateiro… mais sete casas formavam meu quarteirão. Na vila da usina as casas eram todas iguais, sem muros e entre elas grama e árvores.

A vida ali passava muito lentamente.

Eu e todas as crianças fomos criadas praticamente dentro do clube… crescíamos sabendo nadar, jogar tênis de mesa, xadrez, pebolim, basquete e por aí… às vezes, passava tanto tempo na piscina que meu cabelo permanecia duro e verde por alguns dias. Também brincávamos muito na rua… queimada, bandido/mocinho e bicicleta não podia faltar. A minha primeira bike foi uma TIGRÃO, e eu me sentia o máximo.

Sessão de cinema só às terças-feiras e domingos… e é claro, os filmes chegavam com um ano de atraso… mas era festa e diversão na mesma. Na frente do cinema tinha a sorveteria do Seu Zé e ali eu pedia uma bola de ameixa, fazia um buraquinho no meio da bola e pedia para ele colocar groselha, fechava o buraquinho e saia curtindo o meu sorvete…

O caminho de ida e volta para a escola era divertido, a pé e em turma… sempre parávamos no aeroporto, que era no meio do caminho. Aí embarcavam e desembarcavam funcionários da usina… e eu sonhava um pouco…

As férias eram um sonho… época da” Colônia de Férias”, que eram organizadas por uma turma muito legal do Rio, a programação esportiva e cultural era fantástica e nos consumia de felicidade.

Meu apelido era “Pimentinha”, porque tinha energia demais e formiguinhas nos pés e com isso vivia com as bochechas vermelhas.

Ali na vila eu realmente fui livre por inteira… e voei… voei da árvore que resultou numas horinhas sem fala, voei da bike que resultou em dois joelhos esfolados…

Mas o mais bonito e intenso na vila eram as noites estreladas… eu gostava muito de olhar o céu estrelado, parecia que enxergava o mundo inteiro… e ali eu sonhava mais um pouco.

Magali Arantes
Coordenadora de Bauru /SP

 



22
jul
2013

Charles Chaplin

por Nícia Paranhos Arruda
(coordenadora voluntária de Barra Bonita e Igaraçu do Tietê/SP)

 

Desta vez, gostaria muito que todos vocês tomassem conhecimento das palavras de Charles Chaplin, pois acredito seja essa realmente a “essência” de tudo… Boa reflexão!!!

“Quando me amei de verdade”
Charles Chaplin

 

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem um nome: Autoestima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angustia e meu sofrimento emocional, não passavam de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de pensar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para meu crescimento. Hoje chamo isso de… Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo forçar alguma situação ou alguém, inclusive a mim mesmo, somente para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa não está preparada. Hoje sei que o nome disso é… Respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável…Pessoas, tarefas, toda e qualquer coisa que me pusesse para baixo. Inicialmente, minha razão chamou a essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor Próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre, desisti de fazer grandes planos e abandonei os projetos megalômanos para o futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de verdade de querer ter sempre razão e, dessa maneira, errei menos. Hoje descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas, quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é… SABER VIVER!

“Não devemos ter medo dos confrontos…até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas”
CHARLES CHAPLIN



19
jul
2013

Eu acredito…

Eu acredito…

Estes dias, conheci uma pessoa, uma garotinha para ser mais exato, que mexeu comigo, me fez pensar na vida e me encheu de interrogações, reflexões…

Não importa se eu posso escrever sobre a Velha e o Gigolô, A Ladra e o Agiota, A Herdeira e o Desertor, A Procuradora e o Playboy. O resumo da ópera seria o mesmo: protagonistas caracterizados pelo mesmo sentimento de vazio. O vazio pode ser devastador, pode causar sequelas, o não amor ou a falta de amor deixa cicatrizes pelo resto da vida. E o que isso tem haver com a garotinha que conheci?

Com apenas 13 anos de idade, a vida dessa jovem já lhe deu uns bons pontapés. Apesar de ser parcialmente desdentada (perdeu os incisivos centrais e laterais superiores e alguns molares) é possuidora de sorriso frouxo. Aos dez anos de idade, essa garotinha, que vou chamar de Maria, era obrigada, pela mãe, a se prostituir e usar drogas para que conseguisse ir pra cama com o maior número de homens possíveis. Maria passou dois anos nessa vida miserável. Teve que ser internada para se livrar das drogas. Hoje, Maria mora num orfanato e sua mãe, se encontra presa. Maria possui sonhos e disse a ela pra nunca deixar de sonhá-los.

A vida de Maria é emocionalmente pesada, e traz à tona inúmeras questões a serem discutidas do ponto de vista do relacionamento entre pais e filhos, da repercussão da dificuldade de comunicação de afetos entre mãe e filho, dos possíveis problemas psicológicos que os filhos herdarão. Foi o vazio existente na mãe de Maria, que fez com que uma criança perdesse sua juventude, sua pureza, sua vida.

Reza a lenda que, tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. Eu acredito.

Cleferson Ferreira
Coordenador de Recife/PE 



17
jul
2013

O retorno é inevitável…

O retorno é inevitável…

Transcrevo aqui um texto do jornalista Álvaro Oppermann que foi publicado recentemente na revista Época Negócios. Achei muito interessante e recomendo a leitura:

“O Professor Adam Grant, da escola de negócios Wharton, nos Estados Unidos, divide a humanidade em três categorias, no que se refere às relações com outras pessoas: os altruístas, os egoístas e os equilibrados. Diria o bom senso que este último, tipo realista, estaria mais predisposto ao sucesso. O altruísta pecaria pelo idealismo e o egoísta acabaria pagando em algum momento por seu egoísmo. Mas ao analisar os dados de uma extensa pesquisa de carreiras, descobriu que o altruísta – aquele que faz o bem sem olhar a quem – se dá melhor na vida. E do outro lado do espectro? Quem se dá pior? Surpresa: também são pessoas do tipo altruísta. “Este tipo humano está altamente representado nas duas pontas da nossa métrica: no extremo sucesso e no extremo fracasso”, diz Grant.

A conclusão de Grant, exposta no livro Give and Take: A revolutionary approach to Sucess ( algo como “Toma lá,dá cá- Uma abordagem revolucionária do sucesso), é que existe um jeito certo e um jeito errado de ser altruísta.

O altruísta fadado ao fracasso, segundo Grant, é aquele cuja conduta muitas vezes apenas camufla uma excessiva vaidade. Doar, para eles, é uma forma benigna de arrogância: ajuda os outros porque isso faz sentir-se magnânimo, poderoso. É comum que essas pessoas acabem sendo manipuladas pelos egoístas, diz o autor. O altruísta bem-sucedido é aquele que atrai não o egoísta, mas o equilibrado, o terceiro tipo humano de Grant. “Eu vejo que o pessoal de vendas mais produtivo é o que coloca os interesses do consumidor em primeiro lugar “, diz. Os equilibrados anseiam por equanimidade nas trocas. Eles punem os egoístas, mas premiam os altruístas.

No livro, Grant narra o caso de um consultor financeiro que, durante uma seleção de emprego, escolheu seu candidato mas passou o resto da tarde em telefonemas, tentando encontrar colocação para os outros bons profissionais entrevistados. Certa vez, este consultor recebeu o telefonema de um sujeito que se identificou como sucateiro. “É perder tempo com arraia miúda”,riu-se um dos sócios. Ele no entanto, marcou a reunião, porque “talvez pudesse ajudá-lo”. Ocorre que o sujeito era o maior reciclador de metal dos EUA, e virou seu cliente. Pensar nos outros, diz Grant,costuma ser um bom caminho para alavancar a carreira e os negócios.”

 

Jakeline Dantas
Coordenadora de Pelotas/RS