30
ago
2013

COM-TDB

COM-TDB

Viver significa muito mais do que sucessivos batimentos cardíacos e estímulos nervosos mediados por reações bioquímicas.

Conviver é sem duvida o ponto mais importante de nossa existência e partindo desse princípio uma bela canção já dizia que… “É impossível ser feliz sozinho”. Os sentimentos que experimentamos ao longo de toda vida, escalonados do amor ao ódio, são colocados em prática em cada atitude, em cada posicionamento, a todo momento. A sabedoria do “com-viver” requer muita destreza. E mesmo com toda essa complexidade, não somos felizes se não tivermos a partilha com o outro. Quando nos unimos por afinidades e em prol de uma causa justa o conviver torna-se incrível. Na TdB todos caminham juntos e o saldo gerado vai além dos sorrisos dos jovens que atendemos. Além disso, por meio da TdB conhecemos mais pessoas que desejam conviver, compartilhar e comunicar.

Venha COM- viver conosco!

Faça parte da maior rede de voluntariado especializado do Mundo!

Eric Jacomino Franco
Coordenador de Brasília/DF 



29
ago
2013

Ensinamento e aprendizado

Ensinamento e aprendizado

“LEI Nº 7.352, de 28 de agosto de 1985 – Institui o Dia Nacional do Voluntariado”. Lei instituída para reconhecer e destacar a ação das pessoas que doam tempo, mão de obra e talento para causas de interesse social e para o bem da comunidade.

Desde que conheci a Turma do Bem, em 2009, me apaixonei pela causa, e essa paixão aumenta a cada momento vivido com essa equipe maravilhosa e a cada ação compartilhada com esses 15 mil dentistas. Voluntários que realizam um trabalho com consciência, responsabilidade e comprometimento, que dedicam muito mais que parte do seu tempo, olham para a necessidade do outro e doam seus conhecimentos e experiências em benefício do todo, contribuindo de modo contínuo e duradouro, para ajudar quem necessita e melhorar a qualidade de vida da comunidade, tentando muitas vezes suprir a falta de investimento governamental.

Ser voluntário não é tapar buracos nem compensar carências, não é buscar fama nem oportunidades de riqueza, é uma oportunidade excepcional de praticar o bem e a solidariedade. É ter oportunidade de construir relações mais humanas, de fazer amigos, viver novas experiências, conhecer novas realidades. É dar o que se tem de melhor.

Fábio Bibancos, o maior voluntário de toda essa rede, sua visão é ampla e bela, pois tem um alcance infinitamente maior sobre o que acontece ao seu redor e se integra a estas condições sempre com muita entrega e determinação.

Ser voluntário é ensinamento e aprendizado!

Ana Carolina Massaro
Coordenadora de Marília/SP



28
ago
2013

Apego Material

por Walter da Silva Jr.
(coordenador voluntário de Bauru/SP)

 

Todos nós, com raríssimas exceções, somo apegados a bens materiais. Super normal! Sociedade capitalista, de consumo, blá, blá, blá…

Quem nunca guardou uma roupa ou objeto certo de que iria usar pelo menos nos próximos 20 anos? É claro que nos poupamos quando doamos algo. Isso nos conforta e permite que fiquemos com mais algumas “relíquias” pra nunca utilizar.

Fazendo um paralelo com nosso amigo Papa Francisco l, estamos longe de seu exemplo. Não é preciso repetir seus atos simples e sinceros, pois todos já ouvimos. Desde seu quarto até o carro que usa, a mala que ele próprio carrega, a cadeira que escolheu para sentar, etc e tal, mesmo sendo jesuíta mais parece um verdadeiro franciscano.

Mas isso não é o mais contundente em sua personalidade. O fato de olhar bem nos olhos, sorrir sem economia e pedir pra que rezem por ele é, sem dúvida, a mais marcante característica que carrega.

Pensar que a TdB teve o privilégio de conhecê-lo mais intimamente por meio de nossos representantes Fábio e Dinho é sensacional.

Convido a todos exercitar um pouco do que ele tem nos ensinado com exemplos. Independentemente de sua crença ou não, temos que concordar que é um ser humano a ser copiado.



27
ago
2013

Muito mais que Amigos, Família!!!

Muito mais que Amigos, Família!!!

O significado de Família segundo os dicionários: pessoas do mesmo sangue. É muito mais, e não apenas isso. Vai muito além dos sobrenomes e do grau de parentesco… Vem de dentro. Aquela afinidade, preocupação, carinho, amizade…por isso as famosas frases: “É como um irmão pra mim”, ou então: ” Gosto dela como se fosse minha mãe”.

Tenho uma Família INCRÍVEL!!!

Mas existem porém, pessoas que não são da minha Família propriamente dita,  mas que considero da MINHA FAMÍLIA, MEUS AMIGOS!!!

Amigo é aquela pessoa que está com você em todos momentos de sua vida, nos bons e nos ruins. Te elogia quando você acerta, e acima de tudo, amigo te dá bronca quando você erra.  Te estendes a mão para que se levantes e recomece.

Eu sou uma pessoa Abençoada!!! Tenho Amigos de Longa Data e Amigos Fieis!!!

Tenho Amigos de mais de 25 Anos!!!

A nossa amizade durará mais do que nossos Namoros, Casamentos e Será Eterna!!!

Sempre que nos encontramos rimos de velhas histórias como se acontecessem ontem!!! Somos amigos, irmãos, cumplices e juntos estamos escrevendo a nossa história. Como irmãos, nos amamos, brigamos, fazemos as pazes, mas acima de tudo não perdemos o respeito e o amor que temos um pelo outro. Vibramos com as conquistas um dos outros, choramos e nos abraçamos nas conquistas e derrotas!!! Nos afastamos por circunstâncias do destino, mas estamos sempre juntos em nossos corações.

Sem Eles Eu Não Seria Nada e Sei Que a Reciproca É Verdadeira!!!

Mas como disse, sou uma Pessoa Abençoada e ao longo da minha vida vou agregando novos amigos!! Tenho uma Frase que uso como Mantra: “Que você receba em dobro o que Deseja para Mim!!

Viva a Amizade Sincera!!!

Leonardo Assis Costa
Coordenador de Salvador/BA 



26
ago
2013

É tempo de sorrir.

É tempo de sorrir

Às vezes pensamos que a batalha é grande e não vamos vencer nunca. Pensando que estamos sozinhos numa guerra tão virulenta, quase esmorecemos. Como dizem, somos um “bando de malucos” que insistimos em querer mudar o mundo das pessoas, mostrando que podemos fazer melhor.

A missão de empoderamento social a algumas pessoas que às vezes não sabem que tem algum poder. Ao proporcionarmos uma saúde bucal a jovens, conseguimos vislumbrar como mudam, para melhor, os jovens atendidos pelo projeto. E qualquer mudança na dentição de jovens tem um efeito exponencial na sua autoestima.

Não ir na escola, não falar direito, não comer, não beijar, não sorrir. Quanta negação!! Que até nos frusta. Mas, não pode ser assim.

Podemos então mudar o rumo de vida de um jovem, pelo seu sorriso. Isso nos faz muito bem! Saber que a batalha pode ser vencida!! É só querermos.

Maria Cristina Souza
Coordenadora de Ubatuba/SP 



23
ago
2013

Fazendo triagens!

Fazendo triagens!

Estou morando provisoriamente no Guarujá, pois meu marido esta trabalhando em Cubatão.

Como não preciso fazer triagem atualmente em Curitiba, pois realizamos muitas ano passado, decidi fazer triagens na baixada santista, junto com minha filha Andréa Rocha, que é dentista e mora em Santos.

A baixada santista tinha muitas vagas abertas e faltava triagens.

Como este negócio de fazer triagens e colocar crianças na cadeira do dentista parece que se torna um vício, já fizemos triagens em Cubatão, Praia Grande e temos 3 triagens agendadas em Santos e também em São Vicente.

Estive pensando: por que sentimos falta de fazer triagens? É porque vicia ou porque faz muito bem fazer o bem?

Acho que faz muito bem fazer o bem, pois faz até falta na vida da gente.

E lá vamos nós, eu e minha filha de GPS, pois não conhecemos nada por aqui, fazer triagens bem longe de nossas casas.

Isto faz um bem tão grande, que minha filha até cancela a agenda no consultório para fazer triagens. E as diretoras?

São chatas e desorganizadas e sem muito interesse igualzinho as de Curitiba, mas como já somos viciadas, nós insistimos e vamos assim mesmo.

Como faz bem ser um dentista do bem!

 

Selma Rocha Santos
Coordenadora de Curitiba/PR 



22
ago
2013

Árvore que acolhe…

 Árvore que acolhe…

Desde muito nova tive uma mania maluca de enumerar tudo e todos… coisa de virginiana, ou quem sabe, sofria de TOC…

A cor preferida (verde), a melhor amiga, o número mais bonito (9), o melhor filme e por ai fora…Graças a Deus, esse “BESTEIROL” passou…Opa!!!!!!!!! Menos um, de que não consegui me desvencilhar: A música mais linda de sempre… essa, vez ou outra, ecoa “aqui dentro” e transborda… ou mesmo saio cantando em voz alta, feito uma desvairada sem eira nem beira…

Quando o Fábio anunciou que Martinália e Paulinho Moska serão os convidados para o “Sorriso do Bem 2013″ eu estremeci… Simplesmente a música que enumerei como a NUMBER ONE da minha vida é uma versão do Paulinho Moska cantada pela Martinália : “Rest la maloya” (Essa mania).

Nas viagens que embarco com as letras, esta me leva aos momentos em que precisei e fui acolhida… e a frase: “foi só eu descansar junto ao pé de uma árvore que me acolheu”…

Não pode ser só coincidência, meu Deus… lembrei me da árvore da Escola do Pensamento… quantas vezes aquele lugar acolheu a nós todos coordenadores. Inúmeras vezes eu olhei aquela árvore e me senti em casa… como se estivesse desfrutando de sua sombra.

Obrigada equipe da Turma do Bem…vocês são essa árvore que nos acolhe e nos dá sombra…

E muito feliz com a escolha acertadíssima, esse presente eu também não esperava…torcendo para que eles toquem a minha música…

Aqui vai a letra que é de arrepiar:

Essa mania (Rest la maloya)

Hoje o meu coração mudou
Já não sei porque vim, quem sou
Mas sinto e sou capaz
E o resto tanto faz

Foi só eu descansar
Junto ao pé de uma árvore que me acolheu
E depois me ocorreu

Vi que a vida que vivia em mim
Agora vive aqui nesse lugar
Em volta das sombras
Essa ilha é a reunião das infinitas direções
Que o vento traz com as ondas

E é quando me vejo a garimpar
As pedras, a montanha , o seu olhar
Essa mania, essa mania, essa mania
Essa mania de viver

Apesar de saber
Que nem tudo que eu quis eu pude conhecer
Nem deu pra mais prazer
Se cheguei até aqui
Bem no topo do vulcão, não posso mais descer
Mas tem como escorrer

Porque a natureza do amor
Esta contida na beleza e na surpresa das manhãs
Dias que parecem tão iguais
Mas de repente vêm sinais de uma nova magia

Depois desse encontro singular
O Mato, o rum, o vinho,o mel e o mar
Essa menina, essa menina, essa menina
Essa menina, vem me dizer

Essa mania , essa mania, essa mania
Essa mania de viver

Rest la maloya, rest la maloya,
Rest la maloya, rest la maloya
Rest là-même…

 

Dra. Magali Arantes
Coordenadora de Bauru/SP 



21
ago
2013

Homenagem 02

por Nícia Paranhos Arruda
(coordenadora voluntária de Barra Bonita e Igaraçu do Tietê/SP)

 

Chegamos em agosto, mês dos pais, portanto dessa vez, minhas palavras são sobre meu pai (como prometido).

Na minha casa, os papéis foram invertidos, era minha mãe que trabalhava fora e meu pai que cuidava da casa (inclusive dos afazeres domésticos).

Lembro-me do meu pai, me levando para a escola (a pé mesmo). Era ele que fazia comigo os deveres da escola – insistia muito na tabuada, e na caligrafia…

Isso aconteceu pelo fato dos meus pais terem se conhecido muito tarde (ele com 50 anos e minha mãe com 33)  e meu pai já ser aposentado. Mesmo precisando voltar ao trabalho, não conseguiu se colocar no mercado novamente.

Era uma figura, muito à frente do seu tempo, ou então da realidade, pois veio de uma cidade grande (Rio de Janeiro), querendo continuar nos mesmos moldes. Naturalmente que não deu certo. Imaginem vocês que montou uma “mercearia”, onde se vendia frios dos mais variados numa cidadezinha do interior que, se muito, só conhecia a mortadela. Lógico que não foi adiante, não tinha público para o consumo.

Mesmo assim, nunca perdia a compostura, sempre no seu terno branco, sapatos impecavelmente engraxados e lustrados, unhas feitas (por ele mesmo, pois estou falando de muitos anos atrás), com esmalte incolor

Era fã incondicional de Carlos Gardel. Sempre que ouvíamos tango (tinha uma grande coleção de tangos, todos do citado cantor) na radio-vitrola, ele contava a história de que certa vez, estando na Argentina, hospedou-se no mesmo Hotel que Eva Peron… e subindo no mesmo elevador, ele como cavalheiro, perguntou-lhe qual seria seu andar e a resposta foi: vamos ao quarto senhor? Demorei em entender  porque ele contava aquilo com tamanho orgulho,  e fiquei sem saber se ele foi, rsrsrsrs…

“Ademarista” roxo, ostentava na parede um quadro do Sr. Adhemar de Barros com sua esposa, dona Leonor. Claro, ao lado de Carlos Gardel.

Lembro-me do seu carinho, nos cobrindo à noite e nos mudando de posição enquanto dormíamos. Dizia que assim nosso corpinho descansava melhor. Era ele que preparava o café da manhã, nos acordando com aquele cheirinho bom de ovos mexidos e pão tostado na frigideira.

Ele nos dava lições de etiquetas, comportamentos e ao mesmo tempo de peraltices. Imaginem vocês que tínhamos “técnicas de subir em arvores”…

Meu pai era muito comunicativo e cativante. Gostava muito de declamar, e tinha uma poesia que era a sua predileta: “TRISTE EPÍLOGO”. Só me lembro do seu final: “Quebra-se a taça e não se bebe mais”… E literalmente quebrava mesmo uma taça, que muitas vezes era substituída  por um copo de massa de tomate…

Ficaria horas escrevendo aqui,  minhas lembranças com meu pai, mas vai ficar para uma outra oportunidade, para não me estender .

Reverencio a memória de meu Pai, pois mesmo nos deixando tão prematuramente, nos enriqueceu com seus ensinamentos… Beijo Papai!!!



20
ago
2013

Crime do colarinho branco

Crime do colarinho branco


O comportamento da maioria das pessoas, as atitudes que tomam, a forma como reagem é demasiadamente interessante. Posso dizer que todo mundo age pelo seu próprio interesse, assim, literalmente. É quase que instintivo, primitivo, rápido, acompanhado de algum sentimento, fantasia, doce, mel, essas coisas… O interesse é presente, é fato!

Cada um tem o seu e não acho isso errado! É importante ter interesse, pois ele define quais são nossas atitudes: pelas pessoas, pela matéria, pelo mundo. Mas, é aí que mora o perigo! Desde os tempos primórdios da humanidade toda ação gera uma reação. Uma atitude de alguém ou alguma coisa, seja em ter a iniciativa ou em somente fornecer uma resposta, modifica o meio, os processos, as conquistas. Acontece que a grande maioria das pessoas não é clara em seus interesses para com outras. A maioria se interessa pelo outro da forma que lhe convém, não sendo igualmente honesta, permitindo que o outro alimente também o seu próprio interesse que não é comungado, que não é um interesse comum. Uma fonte de ilusão transbordante.

O jogo de interesses é notório, por exemplo, nas relações de trabalho quando uns ruins permanecem em um cargo porque o patrão “gosta” e uns bons somem porque não se enquadram neste padrão do gostar, neste padrão de interesse. O interesse apenas pelo gostar, neste caso acaba muitas vezes em brigas e intrigas construídas com a finalidade de se obter permanência ou um cargo mais notório e privilegiado. Quando os interesses são mútuos, as relações são honestas, as relações são reais e construtivas.

O ideal seria se todos revelassem seus reais interesses, que todos chegassem na lata e dissessem algo do tipo “olha eu estou tendo essa atitude porque meu interesse é esse, esse e esse, ok?” Maaaaaaaasssssss como não é isso que acontece eu sou a favor do não auto ilusionismo, não auto fantasiar.

Parece uma ideia óbvia, antiga até, mas a boa educação transformou-se num valor poderoso, anticonformista por ser diferente da maioria mal-educada. Seja rigorosamente gentil com todas as pessoas. Não existe coisa mais deselegante do que fazer distinção de tratamento baseado em posição socioeconômica, posição de cargos. Seja educada não por oportunismo, para agradar e ter uma legião de seguidores. Mas por convicção, por interesse pelo outro.

Cleferson Ferreira
Coordenador de Recife/PE



14
ago
2013

Imágenes

Imágenes

Esta es una pequeña muestra en imágenes de Mi Quindío “Corazon Mio”.

Nuestros Arrieros…

Recogiendo café…


El Trasteo…

Palma de Cera… No pudimos ver el Loro.


En el Parque el Café…

En la Finca.

Y los nevados esta vez no se dejaron ver.

Mónica García Toro
Coordenadora de Bogotá/COL