E o Oscar vai para…

 

Ele nasceu em 1943. Novaiorquino de carteirinha! E como todo indivíduo que nasce e cresce numa metrópole, percebeu na diversidade que borbulhava à sua volta que havia algo a ser feito. Antes dele, muitos homens realizaram proezas. A humanidade encontrou dificuldades para denominá-los. Chamavam-nos de loucos, desprendidos, líderes, santos e outros adjetivos. Mas faltava “aquela” palavra para caracterizá-los… Por exemplo: Gandhi era… Sabemos que foi advogado, mas ele era principalmente um…

Em 1972 aconteceu! Eureka! William “Bill” Drayton, nosso novaiorquino, criou o termo “empreendedor social”! A definição da palavra na Wikipedia diz: pessoa que reconhece problemas sociais e tenta utilizar ferramentas empreendedoras para resolvê-los. Bill Drayton foi eleito, em 2008, um dos “50 visionários que estão mudando o Mundo”.

É nesse contexto que a TURMA DO BEM aparece no Panorama Mundial, sempre se candidatando a prêmios e auxílios através de seu empreendedor social Fábio Bibancos.

Antes, vamos falar de moda! Renzo Rosso, criador da Grife Diesel, em 1996 deveria receber um prêmio da alta costura, mas pessoalmente, em Milão. Não poderia enviar representantes ou familiares. Ele pensou, pensou… e encomendou quatro máscaras semelhantes ao seu rosto para um cineasta inglês, que as fez com muita perfeição.

No evento, quando foi chamado, apareceram no palco quatro Renzos Rossos para receber o Oscar da moda. Ele esclareceu: eu não poderia vir aqui sozinho, pois a Diesel não tem apenas a minha cara, mas a de muitos que estão ao meu lado, todos os dias. Nesse instante, todos rasgaram a máscara, foi um fresom na platéia.

Assim é nossa vida na TURMA DO BEM! Quando acontece uma entrevista ou homenagem, orgulhosamente desfilamos com a aparência que a OSCIP já conquistou, graças a sua maneira de se posicionar perante o Mundo.

Fábio Bibancos já levou a TURMA DO BEM ao Oscar do empreeendedorismo social na Europa e Estados Unidos. Ele representou todo trabalho que o grande grupo vem desenvolvendo com tanto carinho.

Para concluir, enquanto no empreendedorismo tradicional busca-se o lucro, no social tenta-se aumentar os retornos sociais. Mas não vamos viver com os pés nas nuvens e esquecer que nossa organização precisa crescer e abraçar a Terra. Para tanto, pés no chão e embasamento econômico para garantirmos nossas metas. Valeu “Vale, EdP, Trident, Oral B…

Ah, Gandhi foi um GRANDE Empreendedor Social!

 

Osvaldo Magro Filho
Coordenador e DENTISTA DO BEM de Araçatuba/SP