por Nícia Paranhos Arruda
(coordenadora voluntária de Barra Bonita e Igaraçu do Tietê/SP)

 

Se a decisão foi perdoar, faça-o por completo, esqueça. Apague qualquer possibilidade de uma vingança, de “dar o troco”. Depois de uma atitude tão nobre que é o perdão, uma baixaria de moeda trocada não combina nadinha.

Trazer à tona o fato, na primeira oportunidade, ficar remoendo, também não ajuda em nada. Só faz sofrer, trazendo a certeza de que não perdoou por inteiro, e meio perdão não existe.

Quando perdoamos, temos a impressão que nada mais vai nos magoar, pois uma vez praticado o perdão, ocupamos um patamar isento de qualquer contrariedade. Ledo engano, o fato de ter perdoado apenas nos capacita à perdoar novamente… e assim vamos seguindo, perdoando sempre.

É pelo perdão que exercitamos a liberdade e o alívio de ressentimentos. E para praticá-lo, basta uma mudança na percepção, um outro jeito de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento.

Nem sempre ter razão nos traz felicidade. Fique com sua razão, não abandone a felicidade: ”PERDOE”!!!