por Nícia Paranhos Arruda
(coordenadora voluntária de Barra Bonita e Igaraçu do Tietê/SP)

 

“Em recente estudo realizado na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, definiu-se o voluntário como ator social e agente de transformação, que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade; doando seu tempo e conhecimentos, realiza um trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, como às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político, emocional.”

Começo assim, me definindo… sempre soube que para mim, era imperativo fazer alguma coisa para alguém. Sempre foi assim!

Agora me encontro num maravilhoso momento de plena realização de tudo isso. Achei o caminho certo (fazer o bem, justamente com aquilo que sei fazer melhor).

O voluntariado, transforma a vida das pessoas, muda conceitos, enfim, muda o modo de encarar a vida. Ele nos resgata, nos dá importância, nos dá credilbilidade, nos impulsiona… Ficaria horas elencando retornos “POSITIVOS” do voluntariado!

Agora, a minha mais recente descoberta, foi a mudança na minha família. Até então eu não sabia o quanto tinha incultido tudo isso aqui entre os meus mais próximos. Constatei que o trabalho para o BEM, não muda só as pessoas, e sim, muda todo um contexto, toda uma realidade, todo um relacionamento, toda uma convivência…

Como descobri tudo isso? Me permitam “colar” aqui, um trecho de uma correspondência recebida lá em Portugal, a maior recompensa de toda minha história: “Mãe, aproveita muito essa jornada e transmita aí em Portugal um pouco de tudo o que sempre nos deu… atenção, carinho, cuidados, enfim, tudo o que faz de você essa mulher tão especial. A nossa mãe, e BEM do pai, fazendo de nós, sempre homens melhores.”

Existe reconhecimento melhor?

Invistam no VOLUNTARIADO, eu recomendo!