por Walter da Silva Jr.
(coordenador voluntário de Bauru/SP)

 

O Brasil está crescendo. Vemos, em vários setores da economia, um sinal claro de desenvolvimento.

A prática é antiga: as empresas recebem incentivos fiscais, produzem mais, os bancos financiam, o povo compra. E cada vez mais.

Em época de eleição, isto se acentua. A baixa do IPI em vários setores aquecem as vendas e endividam uma parcela da população. Daí vem o outro “grande” parceiro desta ciranda que são os bancos. Os inadimplentes perdem o que recém adquiriram. Os itens mais almejados são os carros, geladeiras, TVs digital, celulares, tablets, etc. Vejo esses incentivos com bons olhos. O fato é que os setores são quase sempre os mesmos. Desconheço a desoneração do setor da saúde, por exemplo. Os produtos de higiene são caros e a distribuição de escova, pasta e fio dental ainda é pífia, restrita a alguns poucos municípios.

O tratamento odontológico tem a péssima fama de ser caro. A odontologia ainda é para poucos. Mas isto está mudando. Vocês já imaginaram se houvessem incentivos e financiamentos a juros módicos para o setor da saúde? Junto a isso, a melhora da remuneração dos colegas da rede pública e das condições de trabalho? Tenho certeza que, se isso ocorresse, a Turma do Bem poderia focar em outros projetos tão relevantes quanto os atuais.