24
abr
2014

Depois de longas férias…

Por Marília Martins, dentista do bem de Guarulhos/SP

Depois de longas “férias”, voltei… pra falar de TdB, odontologia e do vasto mundo que nos cerca. E o primeiro post dessa nova fase não poderia ser “café-com-leite”.

No dia da Mega (sucesso) Triagem a Turma do Bem foi altamente criticada em um grupo no Facebook. Em uma postagem irônica, uma dentista concluiu que a TdB era uma ONG e, então, recebia dinheiro do governo (?!). Depois disso, meus amigos, o que se viu foi uma discussão cínica, baseada em inverdades escritas por gente desinformada.

As calúnias se dirigiam à Turma do Bem e seu presidente voluntário, o Dr. Fábio Bibancos. E mesmo conhecendo sua integridade e o quanto o episódio foi dolorido para ele, o Fábio tem bons advogados – deixarei para eles essa defesa.

Na verdade estou aqui para ME defender. Afinal, a partir do momento em que falam de um projeto que EU REPRESENTO, a calúnia recai sobre mim. Se disserem que a TdB rouba, diretamente me chamam de ladra! E isso deixa a Marilinha BEM irritada.

Lá de onde venho, HONESTIDADE vale ouro. Meu pai NUNCA me deu uma segunda opção… eu tinha que estudar e ser honesta; essas foram (e são) minhas obrigações.

Quando entrei na TdB, pesquisei sua idoneidade. Descobri que ela passava por DUAS AUDITORIAS ANUAIS (uma delas feita pela Ernst & Young, empresa na qual minha tia trabalhou por anos. Ou seja, megaconfiável). Acabei curtindo a vibe do projeto e entrei de corpo e alma.

A ponto de viver na sede da TdB. Acompanhando de perto como ela faz a roda girar.

Vi com meus próprios olhos como o trabalho acontece, as crianças sendo encaminhadas e acompanhadas, os dentistas sendo cadastrados… E vi os funcionários virando a madrugada para fazer tudo isso acontecer. Fiz AMIGOS de verdade, um “braço” da minha família fora de casa.

Aí vem meia dúzia dizer que a TdB ganha dinheiro público?!?

Mas… sempre tem um mais louco que os loucos – no meu caso, louca. A mais louca dá print na página. A mais louca está dentro da Turma do Bem e entende que não é só uma defesa para a organização, para seu presidente voluntário, para os 43.000 jovens ou os 15.000 dentistas do Bem. A mais louca defende a sua honra e reputação, afinal, esses dois quesitos pessoais são transferidos para a TdB a partir do momento em que colocamos os nossos nomes à frente do projeto.

Cheguei tarde na discussão, mas outros coordenadores, e até os funcionários da TdB, defenderam a ONG (ou seja, a mim mesma) muito bem. Mas chegou a tal nível que a melhor atitude foi calar a discussão e levar o caso às autoridades competentes.

De tudo isso, tiro duas conclusões:

– A minha amada Odontologia precisa mesmo de uma limpeza. Até porque, muita gente ainda não entendeu que ela mudou e que estamos, sim, no país dos pobres banguelas.

– Minha honra e minha honestidade valem mais que ouro. Se coloco o meu nome em um projeto é porque nossas ideias e ideais são compatíveis. Por isso defendo a TdB, nossos jovens e voluntários da mesma maneira que defendo a minha família.

É meus caros… voltamos!

Bjs e até o mês que vem!

 

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