02
jun
2014

0,5%

por Luiz Roberto Scott, dentista do bem de São Paulo/SP

 

O que existe em comum entre Martin Luther King e Nathan Bedford Forrest? Felipe Camarão e Maurício de Nassau? Winston Churchill e Hitler? E mais, o que existe em comum entre eles e qualquer um de nós? O Código Genético, o genoma humano, idêntico em 99,5% dos casos.

Somos tão iguais e ao mesmo tempo tão distintos, com tantas particularidades, que só a tolerância para nos permitir o relacionamento interpessoal. O que é difícil por definição, pois só podemos tolerar aquilo que não nos agrada.

Mesmo assim precisamos dela, da forma mais ampla possível. A real virtude da tolerância é que ela conduz ao debate. Traz conhecimento, informação e colabora no crescimento do indivíduo. O debate fortalece as ideias e as relações, principalmente se for bem conduzido e concluído.

Claro, é preciso limites. Total tolerância é apatia. Nenhuma tolerância é fanatismo. E o contrapeso da tolerância é a moderação. Forças inversamente proporcionais, que em equilíbrio proporcionam relações harmônicas; ou melhor, suficientemente harmônicas.

Ambas variam, tanto de indivíduo para indivíduo, como no mesmo indivíduo diariamente. E sofrem interferências de outros fatores externos e internos.

Por isso, ao sentirmos estar no limite de alguma das duas, sugiro: sente-se confortavelmente, abra uma garrafa de um bom vinho e consuma com moderação. Ou de acordo com sua tolerância!

O mundo estaria melhor se os certos tivessem menos tolerância e os errados mais moderação.

 

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